Eu trabalho com wellness também.
Mas eu não trato isso como “conteúdo de cura sonora”.
Eu trato como um laboratório de validação para uma tese:
👉 Podemos criar a Engenharia da Emoção
💡 E medir os resultados!
Em XR narrativo, por exemplo, isso importa porque você está pegando emprestado o sistema nervoso de alguém.
Se você não consegue prever e testar o que o áudio está fazendo, você está chutando respostas com o corpo de alguém.
Então o trabalho de wellness alimenta o trabalho de XR:
✅ Definir o estado alvo (calma, foco, recuperação)
✅ Definir restrições (tempo, densidade, comportamento harmônico, paleta tímbrica)
✅ Testar com sinais observáveis (respiração, tensão, linguagem no debrief)
Não é “vibes”.
É sistema autoral que dá para iterar.
E é por isso que eu estou desenvolvendo o EmotiTone: para transformar intenção emocional em spec, não em moodboard.
Tudo de bom,
Billy.



